O Jetour T2 2027 combina visual de SUV preparado para fora de estrada com sistema híbrido plug-in de alta potência. Nas versões Advanced e Premium, a tração é dianteira, enquanto a configuração XWD acrescenta tração integral. Com preços próximos dos R$ 300 mil, a linha oferece diferentes propostas de desempenho e capacidade.
O T2 também se tornou o principal produto da Jetour no país. No primeiro semestre de 2026, foram 1.395 unidades emplacadas, resultado que colocou o SUV na liderança das vendas da marca. Para quem considera a compra, porém, potência e aparência são apenas parte da equação: manutenção, espaço, equipamentos, consumo e as diferenças de tração entre as versões ajudam a definir qual configuração combina melhor com o uso pretendido.
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Quanto custa o Jetour T2 2027 e quais são as versões?
O Jetour T2 2027 é oferecido no Brasil em três configurações. A gama começa com a Advanced, tabelada em R$ 289.900, seguida pela Premium, de R$ 299.900. No topo está a XWD 4×4, que custa R$ 349.990 e acrescenta tração integral ao conjunto híbrido plug-in.
| Versão | Preço |
|---|---|
| T2 Advanced | R$ 289.900 |
| T2 Premium | R$ 299.900 |
| T2 XWD 4×4 | R$ 349.990 |
Manter o T2 até 100 mil km custa mais de R$ 15 mil em revisões
O Jetour T2 segue um cronograma de manutenção a cada 10.000 km ou 12 meses, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Considerando os preços tabelados, as dez primeiras revisões somam R$ 15.063,45 até os 100 mil quilômetros.
| Revisão | Preço |
|---|---|
| 10.000 km | R$ 898,23 |
| 20.000 km | R$ 1.571,48 |
| 30.000 km | R$ 898,23 |
| 40.000 km | R$ 2.927,93 |
| 50.000 km | R$ 898,23 |
| 60.000 km | R$ 1.571,48 |
| 70.000 km | R$ 898,23 |
| 80.000 km | R$ 2.927,93 |
| 90.000 km | R$ 898,23 |
| 100.000 km | R$ 1.571,48 |
Os valores variam bastante ao longo do plano. Enquanto os serviços de 10 mil, 30 mil, 50 mil, 70 mil e 90 mil km custam R$ 898,23 cada, as revisões de 40 mil e 80 mil km chegam a R$ 2.927,93. Dessa forma, quem pretende permanecer vários anos com o SUV deve considerar essas manutenções mais caras no planejamento.
Visual de fora de estrada contrasta com a tração dianteira
Linhas retas, para-lamas largos, estepe instalado na tampa traseira e assinatura luminosa em LED dão ao T2 uma aparência próxima à de utilitários desenvolvidos para uso fora de estrada.
Nas versões Advanced e Premium, o Jetour T2 utiliza tração dianteira, característica que contrasta com o visual inspirado em SUVs preparados para fora de estrada. Para quem realmente precisa de maior capacidade em terrenos de baixa aderência, a linha também oferece a configuração XWD, que acrescenta tração integral e amplia a proposta do modelo além do uso predominantemente urbano.

O SUV tem 205 mm de altura livre do solo e suspensão traseira independente. São 4,785 metros de comprimento, 2,006 metros de largura, 1,875 metro de altura e 2,80 metros de entre-eixos. O porta-malas oferece 580 litros e pode chegar a 1.494 litros com os bancos traseiros rebatidos.
Como funciona o conjunto híbrido do Jetour T2 2027
O Jetour T2 2027 utiliza um sistema híbrido plug-in (PHEV) que combina motor 1.5 turbo a gasolina, propulsão elétrica e bateria de 26,7 kWh. A transmissão híbrida DHT gerencia automaticamente o funcionamento dos motores a combustão e elétrico, buscando equilibrar desempenho e eficiência de acordo com a carga da bateria e a necessidade de potência.
As versões Advanced e Premium utilizam um conjunto híbrido de 375 cv de potência combinada e 62,2 kgfm de torque. Já o T2 XWD 4×4 eleva a potência para 597 cv e acrescenta tração integral, ampliando significativamente a capacidade de desempenho da configuração mais cara da linha.
Essa diferença aparece também na aceleração. O T2 Premium DHT vai de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos e alcança velocidade máxima de 197 km/h, números expressivos para um SUV de 2.110 kg em ordem de marcha. O T2 XWD 4×4, por sua vez, reduz o tempo de 0 a 100 km/h para 5,5 segundos, evidenciando o ganho de desempenho proporcionado pelo conjunto mais potente e pela tração integral.
A bateria permite percorrer até 75 km em modo elétrico, de acordo com a autonomia homologada para o modelo. Na prática, o alcance pode variar conforme velocidade, temperatura, uso do ar-condicionado, relevo e estilo de condução. O sistema também aceita recarga rápida, com indicação de 20% a 80% da capacidade da bateria em aproximadamente 35 minutos.
Por ser um híbrido plug-in, o consumo de combustível depende diretamente da frequência de recarga. Quem consegue carregar a bateria regularmente tende a utilizar por mais tempo a propulsão elétrica em trajetos curtos, enquanto viagens longas ou o uso frequente com pouca carga aumentam a participação do motor a gasolina. Por isso, um único número em km/l não representa necessariamente o consumo que todos os proprietários encontrarão no uso cotidiano.
Cabine aposta em telas grandes, conforto e assistência ao motorista
Mesmo na configuração Advanced, o T2 concentra boa parte de sua proposta no interior. O painel digital de 10,25 polegadas trabalha em conjunto com uma central multimídia de 15,6 polegadas, enquanto a lista inclui ar-condicionado digital de duas zonas com saídas traseiras, teto solar panorâmico, carregador por indução de 50 W, abertura elétrica do porta-malas e banco do motorista com ajustes elétricos.
Na versão Premium, o SUV adiciona bancos dianteiros com ventilação e mais regulagens elétricas, rodas de liga leve de 20 polegadas, sistema de som Sony, soleiras iluminadas, logotipo frontal iluminado e luzes de cortesia projetadas nos retrovisores. A série especial Dark Knight ainda acrescenta detalhes escurecidos na carroceria para reforçar o apelo visual.

O pacote de segurança inclui seis airbags, frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal e traseira, detector de ponto cego, assistente de permanência em faixa, controle de cruzeiro adaptativo e câmeras com visão 540 graus. O SUV também oferece monitoramento da pressão dos pneus, sensores de estacionamento e diversos assistentes eletrônicos de condução.
Nas versões de tração dianteira, apesar da aparência inspirada em veículos preparados para trilhas, o T2 tende a fazer mais sentido no uso urbano e rodoviário. A configuração XWD amplia essa proposta ao acrescentar tração integral, oferecendo maior capacidade em terrenos de baixa aderência.
Os números ajudam a entender o tamanho e a proposta do T2
| Item | Jetour T2 Premium 2027 |
|---|---|
| Motor | 1.5 TCI turbo |
| Propulsão | Híbrida plug-in (PHEV) |
| Câmbio | DHT |
| Tração | Dianteira |
| Potência combinada | 375 cv |
| Motor a combustão | 154 cv a 5.200 rpm |
| Torque a combustão | 22,4 kgfm a 2.500 rpm |
| Motor elétrico | 225 cv |
| Torque elétrico | 39,8 kgfm |
| Velocidade máxima | 197 km/h |
| 0 a 100 km/h | 7,5 s |
| Comprimento | 4.785 mm |
| Largura | 2.006 mm |
| Altura | 1.875 mm |
| Entre-eixos | 2.800 mm |
| Vão livre do solo | 205 mm |
| Tanque | 70 litros |
| Bateria | 26,7 kWh |
| Porta-malas | 580 litros |
| Peso | 2.110 kg |
| Carga útil | 375 kg |
| Rodas | Liga leve de 20″ |
| Pneus | 255/55 R20 |
Fonte: Jetour
Para quem o Jetour T2 faz mais sentido?
O T2 reúne argumentos fortes para quem procura espaço, equipamentos e desempenho em um SUV híbrido plug-in. A possibilidade de percorrer até 75 km pelo ciclo homologado sem acionar o motor a combustão também pode favorecer quem consegue recarregar a bateria regularmente em casa ou no trabalho.
A aparência aventureira precisa ser analisada de acordo com a versão escolhida. Advanced e Premium utilizam tração dianteira, apesar dos 205 mm de vão livre e do desenho robusto. Já a configuração XWD acrescenta tração integral, tornando-se a alternativa da gama para quem valoriza maior capacidade em pisos de baixa aderência.
Outro ponto para colocar na conta são as revisões. Os serviços programados somam R$ 15.063,45 até 100 mil km, com picos de R$ 2.927,93 nas manutenções de 40 mil e 80 mil km. Assim, preço de compra, possibilidade de recarga, custo de manutenção e tipo de utilização são fatores mais importantes para decidir pelo T2 do que apenas seus números de potência.











